Os últimos dois meses de 2022 vão passar rápido. A Copa do Mundo começa em novembro e, com as festas de fim de ano, o tempo ficará curto. Por isso, é preciso antecipar os planos para o ano que vem. 

Não há dúvidas de que nos últimos anos, a grande quantidade de transformações no mercado de trabalho foram prioridades na agenda das organizações. Muitas mudanças precisaram ser feitas rapidamente, sem que houvesse o preparo e o tempo necessários.

Uma das tendências que permanecem para 2023 é a dificuldade de contratação de mão de obra qualificada e o alto índice de rotatividade dos profissionais. Por isso, novas mudanças precisam ser implementadas. 

Mudanças são necessárias. Mas é preciso cuidado

Um desafio à vista para os líderes de RH é que as pessoas estão cansadas de mudar. De acordo com estudo da Gartner, 53% dos líderes afirmam que o gerenciamento de mudanças é uma prioridade. No entanto, uma pesquisa de 2016 da mesma empresa apontou que 74% dos funcionários tinham disposição em alterar seus comportamentos organizacionais em apoio às transformações da empresa. Em 2022, esse número caiu para 38%. 

Estabelecer novos meios para motivar e engajar os profissionais é um processo que os gestores precisam ter atenção na hora de implementar. Uma das saídas é trazer exemplos práticos para mostrar que as mudanças trazem efeitos positivos não só para a empresa, mas também para a carreira dos profissionais. 

A mudança que vem de dentro das empresas

Se a dificuldade de contratar mão de obra qualificada deve permanecer, uma das estratégias para suprir a necessidade é o reskilling. Na prática, essa palavra significa criar condições para que um profissional desenvolva novas habilidades e seja capaz de suprir a demanda em uma área diferente da qual ele está acostumado. 

É importante conhecer bem o público interno para definir quais profissionais tendem a aceitar esse desafio com mais facilidade e trazer mais eficiência no processo. Os testes comportamentais podem ser o primeiro passo para iniciar esse processo. 

Outra tendência é um termo parecido com o anterior: upskilling. Neste caso, a estratégia ajuda na maneira como os profissionais vão contribuir e até mesmo no engajamento das pessoas. 

O upskilling significa promover treinamentos e capacitações contínuas, que estimulam a cultura do aprendizado contínuo. Para os profissionais da geração Z e outros com perfis inclinados para ter no trabalho um propósito de evolução técnica e comportamental, o upskilling colabora para aumentar o desenvolvimento de novas ideias e a inovação nas empresas. A pesquisa da Gartner aponta que mais de um terço das empresas nos EUA já promovem esse processo. 

Mas para que todas essas mudanças surtam efeito, é preciso garantir que a experiência dos colaboradores (Employee Experience) seja a melhor possível. O trabalho flexível e benefícios atraentes e individualizados seguem como formas de garantir o senso de pertencimento, o engajamento e a retenção dos melhores profissionais. 

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