Além do home office: 5 tendências para o RH

O home office deixou de ser previsão para um futuro próximo e se tornou uma realidade necessária. Com a pandemia de coronavírus, milhões de trabalhadores precisaram se isolar em suas casas enquanto as empresas foram obrigadas a se adaptar a essa nova realidade. Embora seja a mudança mais evidente, o trabalho remoto não é a única. Mas por causa dele e de outros fatores que transformaram as relações profissionais, há outras tendências para acompanhar. 

Muito mais tecnologia

A tendência mais clara dos novos tempos é a tecnologia. Muito mais do que fazer reuniões por videoconferência, as empresas devem investir pesado em automação, big data e inteligência artificial. O uso correto dos dados não será útil apenas em novas contratações, mas também para entender o desempenho dos profissionais e quais fatores impactam na produtividade e motivação. E a tecnologia não se restringe apenas às ferramentas. Empresas que desejam se atualizar também devem se preocupar com profissionais com uma “mentalidade tecnológica”. Em resumo, ela é a capacidade dos colaboradores utilizarem a tecnologia para resolver problemas do dia a dia. 

Novas habilidades

Para superar grandes desafios nada melhor do que uma estratégia certeira. E para isso muitos líderes de recursos humanos apostam em equipes multifuncionais, capazes de cumprir diferentes funções e atividades para alcançar uma meta comum da empresa. Além disso, profissionais antenados com os novos tempos precisarão desenvolver habilidades fundamentais nestes novos modelos de trabalho. Segundo pesquisa do LinkedIn com profissionais de talentos do mundo todo, as quatro principais são: adaptabilidade, resiliência, comunicação oral e criatividade.   

Outros benefícios

O trabalho remoto criou novos paradigmas no mundo do trabalho. Muitas casas se transformaram em escritórios e agora é preciso dividir as tarefas profissionais com afazeres domésticos e a família. Manter a produtividade no trabalho e a qualidade de vida se tornou a equação a ser solucionada também para os gestores de pessoas. Por isso, empresas vão criar novas formas de benefício com foco na experiência do colaborador no trabalho. Programas de bem-estar e saúde mental, educação e capacitação contínua serão buscas permanentes das equipes de recursos humanos. Além disso, novas formas de flexibilização das atividades deverão ser implementadas. 

Flexibilidade de horário

Uma das novidades que já se anunciavam antes mesmo da pandemia é a flexibilização do horário. Não se trata apenas do profissional trabalhar onde quiser, mas também “quando puder”. Em vez de estabelecer uma carga horária definida com um expediente obrigatório, será cada vez mais comum as lideranças definirem metas por tarefas cumpridas.

Exportação de cérebros

A consolidação do home office abre uma janela para empresas buscarem talentos em qualquer lugar do mundo. Para os profissionais também é uma oportunidade de conseguir melhores salários e experiência internacional. No Brasil, os efeitos dessa tendência já podem ser sentidos. Profissionais de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) começam a ser disputados na Europa, Estados Unidos e Canadá. É bom que as empresas se preparem porque essa fuga de cérebros pode criar escassez de profissionais especializados por aqui.  

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